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Eye Pharma

Primeira paciente recebe córnea feita de células-tronco “reprogramadas”

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Por Juliana Blume

 

Uma paciente japonesa na faixa dos 40 anos tornou-se a primeira pessoa no mundo a ter sua córnea tratada usando células-tronco.

Quem divulgou a notícia foi o oftalmologista envolvido no transplante, Kohki Nishida, da Universidade de Osaka (Japão), em uma coletiva de imprensa no último dia 29 de agosto. Ele afirmou que a paciente tem uma doença em que as células da córnea são perdidas. O problema torna a visão borrada e pode levar à cegueira.

Para tratar a paciente, Nishida diz que sua equipe criou uma camada de células-tronco a partir de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), ou seja, células de adultos que ganham pluripotência, uma característica de célula embrionária. Estas células podem se transformar em outros tipos de células, como células da córnea.

Nishida disse que a córnea da paciente permaneceu transparente e que a visão dela melhorou desde o transplante, que aconteceu no mês de julho de 2019.

As primeiras córneas do mundo feitas em impressoras 3D

Atualmente as pessoas com córneas danificadas são tratadas com tecido de doadores que morreram, mas há uma grande lista de espera no Japão.

O Japão tem sido pioneiro na melhoria do uso clínico de células iPS, que foram descobertas pelo pesquisador Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto. Esta descoberta lhe rendeu o Prêmio Nobel da medicina em 2012.

Pesquisadores japoneses também têm usado as células iPS para tratar danos na coluna cervical, mal de Parkinson e outras doenças da visão. O Ministro da Saúde japonês deu autorização a Nishida para que ele experimentasse o procedimento em quatro pacientes. Ele está planejando o próximo transplante para o segundo semestre de 2019 e espera que o procedimento esteja disponível para todos os pacientes em até cinco anos.

 

X Congresso Nacional da SBO

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A Eye Pharma /Ophthalmos esteve presente no X Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, realizado nos dias 04,05 e 06 de julho no Maksoud Plaza em São Paulo.

O evento contou com aproximadamente 1.500 participantes e reuniu diversos profissionais da área da oftalmologia do Brasil e exterior, foram mais de 900 apresentações realizadas nos três dias de evento.

O Prof.Dr.Acácio Alves de Souza Lima Filho, realizou uma palestra na Sala Distrito Federal, sobre oftalmogeriatria, falando sobre a visão do idoso, com foco em farmacologia ocular.

A Eye Pharma recebeu em seu stand inúmeros médicos oftalmologistas, e profissionais da área, uma grande oportunidade para a troca de informações a respeito dos medicamentos para doenças oculares raras e negligenciadas.

Óculos que detectam glaucoma devem ser vendidos este ano

By | Tudo

Por: Clarissa Pains
Usando óculos de realidade virtual, uma equipe de pesquisadores liderada por um brasileiro nos Estados Unidos obteve avanços significativos com um dispositivo para detectar o glaucoma, principal causa de cegueira no mundo, atingindo hoje em torno de 1 milhão de pessoas no Brasil. Segundo os desenvolvedores, a técnica tem uma precisão igual ou melhor do que os métodos atuais de diagnóstico; potencial de custar dez vezes menos; e as vantagens de ser um exame portátil e menos enfadonho para o paciente. Até agora, os testes foram feitos somente nos EUA, mas, ao longo deste ano, serão realizados estudos multi-cêntricos — um dos centros será o Brasil — e a previsão é de que uma versão comercializável desses óculos esteja disponível até o final de 2018.

Nos experimentos realizados desde 2014, quando o aparelho começou a ser elaborado, foram registrados níveis de detecção da doença tão bons ou melhores do que os obtidos pela tomografia e pelo teste de campo visual, os dois exames amplamente utilizados hoje em dia para esse tipo de diagnóstico.

Mas o mais animador é que os óculos prometem ser muito mais baratos e permitir que os pacientes realizem o exame até em casa, ampliando o acesso.

O idealizador do método, Felipe Medeiros, que é professor e diretor de pesquisa do Departamento de Oftalmologia da Universidade Duke, nos EUA, explica que somente depois de concluídos todos os estudos necessários será possível estabelecer um preço. Mas ele ressalta que manter esses óculos a um baixo custo é um dos principais objetivos, para que ele possa chegar a muitas pessoas.

— Nossa ideia que (o aparelho) seja barato justamente para que seja levado a lugares de difícil acesso, como o interior do Brasil. Mas ainda não tenho preço porque isso ainda vai depender de alguns estudos e de parcerias. O que posso dizer é que deve custar dez vezes menos do que o aparelho usado no teste de campo visual, que nos EUA custa US$ 20 mil, o correspondente a mais ou menos R$ 70 mil — conta Medeiros, que é também membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).

— É sabido que entre 80% e 90% das pessoas com glaucoma no Brasil não sabem que têm a doença. E, quando os sintomas começam a se manifestar, é rápida a evolução para a cegueira. Por isso é importante diagnosticar antes dos sintomas. Com os óculos, a ideia é conseguir chegar a mais pessoas e aumentar o número de pacientes diagnosticados.

No protótipo testado atualmente, os pesquisadores instalaram na parte superior dos óculos um sensor de eletroencefalograma e um aparelho de bluetooth e de wi-fi. É a partir daí que os dados coletados pelo dispositivo vão diretamente para o tablet ou computador do médico. Ao usar os óculos, a pessoa precisa olhar para uma região central na qual há vários pontos que piscam e coletam informações sobre os olhos. Nos momentos em que o paciente desvia o olhar, esse movimento é desconsiderado. Esta é mais uma diferença entre esses óculos e o exame mais comum para o diagnóstico do glaucoma: no teste de campo visual, qualquer desvio dos olhos pode invalidar os resultados. A parte “chata” da história é que, para examinar cada olho, os pacientes precisam mirar um ponto fixo por entre cinco e dez minutos.

— As pessoas que fazem o teste de campo visual costumam reclamar que é muito chato. E elas têm razão — diz Fábio Daga, doutorando pela Universidade Duke e pela Universidade de São Paulo (USP) que está envolvido na pesquisa. — Nosso objetivo é que a experiência com o exame seja a melhor possível, para que ninguém queira fugir dele. Nós já temos, finalizado, um protótipo de óculos em que o paciente pode jogar Candy Crush enquanto faz o exame, por exemplo.

PROGRESSÃO DA DOENÇA

Daga enfatiza que, para uma pessoa procurar algum exame que investigue a possibilidade de glaucoma, não se deve esperar os sintomas. Basta haver qualquer aumento da pressão intraocular, que é o principal fator de risco para a doença. Além disso, são pacientes de risco os negros, que têm maior propensão para ter pressão alta, pessoas com mais de 35 anos e os diabéticos. O histórico familiar também conta: cerca de 6% das pessoas com glaucoma já tiveram outro caso na família.

Pelos testes feitos até o momento — que renderam um artigo publicado na prestigiada revista “JAMA Oftalmology” —, os pesquisadores consegui- validar a precisão diagnóstica, mas não sabem ainda se o novo teste também é capaz de identificar a progressão do glaucoma. Isso seria bastante útil para saber se o paciente está piorando ou não, a partir dos exames com os óculos ao longo de cada ano, por exemplo.

Se os óculos conseguirem detectar, poderão ser usados no acompanhamento da doença.

— Testes sobre a acuidade visual serão realizados ao longo de 2018, para verificarmos se a progressão é identificada — diz Medeiros.

Rede neural da Google sabe analisar sua saúde com uma imagem da sua retina

By | Saúde

Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Google pode ter nos colocado um passo mais perto dos aparelhos médicos dos filmes de ficção científica. Isso porque, segundo um artigo publicado na Cornell University Library, cientistas teriam descoberto como usar uma rede neural para reconhecer vários dados sobre uma pessoa com base em uma única imagem de sua retina – incluindo idade, sexo e possíveis doenças vasculares.

A parta mais curiosa disso é que a façanha foi alcançada por uma rede neural convolutiva, do mesmo tipo usado nos sistemas de identificação de fotos da gigante. Usando o conceito como base, os pesquisadores simplesmente treinaram a IA para que ela fosse capaz de reconhecer aspectos específicos presentes nas retinas das pessoas.

Obviamente, fazer isso é muito mais fácil na teoria do que na prática. Para tal, eles alimentaram o sistema com nada menos do que 284.335 imagens de retinas de pacientes; então, eles validaram o aprendizado de máquina com pacotes de 12.026 e 999 pacientes, respectivamente, para descobrir o quão precisos eram os dados.

Da pressão sanguínea à problemas cardíacos

Como resultado, a IA foi capaz de determinar a idade de cada pessoa com uma diferença de até 3 anos, identificar sua pressão sanguínea (dentro de 11.23 mmHg) e acertar seu sexo com 97% de precisão, além de saber reconhecer fumantes com 71% de acertos. Não menos impressionante foi sua capacidade de identificar pessoas com tendências a sofrerem paradas cardíacas – algo que ela também apresentou 70% de precisão.

É claro que isso pode parecer pouco, em um primeiro momento. Mas, considerando que ele foi capaz de identificar tanto com apenas uma simples imagem, não seria tão impossível imaginar um aparelho com base nessa tecnologia para ao menos ajudar médicos, no futuro, a analisar alguns dados básicos (embora cruciais) de seus pacientes em segundos.

Fonte: TecMundo

Fim de óculos e lentes: implante pode deixar visão 3 vezes melhor

By | Saúde

Uma empresa do Canadá está desenvolvendo um dispositivo que poderá substituir óculos e lentes com um implante rápido no olho.

A Ocumetics, criou a Ocumetics Bionic Lens, são lentes biônicas pode ser implantadas no olho em uma micro cirurgia de apenas 8 minutos. (vídeo abaixo)

O implante usa uma solução salina para lavar a lente no olho com uma seringa. Após 10 segundos, a lente se abre, movendo-se sobre a lente natural do olho.

O material do dispositivo não afeta a fisiologia do olho e torna a visão até três vezes melhor. .

Uma placa, por exemplo, que uma visão saudável não enxerga a 10 metros, poderá ficar nítida a 30 metros de distância.

O gadget promete ainda acabar com os sintomas de dores de cabeça e desconforto enfrentados por pessoas que assistem a filmes 3D.

O Dr. Garth Webb, que é o CEO da Ocumetics Technology Corporation, passou os últimos oito anos e gastou cerca de US $ 3 milhões – quase R$ 10 milhões – pesquisando e desenvolvendo a Bionic Lens, obtendo patentes internacionais e garantindo uma fábrica biomédica em Delta, British Columbia, EUA.

Os esforços de Webb culminaram em sua apresentação recente da lente a 14 oftalmologistas superiores em San Diego um dia antes de uma reunião anual da sociedade americana da catarata e da cirurgia refractiva.

O Dr. Vincent DeLuise, um oftalmologista que ensina na Universidade de Yale e no Weill Cornell Medical College, em Nova York, disse que os cirurgiões, do Canadá, dos Estados Unidos, da Austrália e da República Dominicana, ficaram impressionados com o que ouviram e alguns serão envolvidos em ensaios clínicos da invenção “muito inteligente” da Webb.

O implante

O processo de implante de oito minutos é indolor.

Ele pode ser feito em um consultório ambulatorial, usando uma solução salina para lavar a lente no olho com uma seringa. Após 10 segundos, a lente se abre, movendo-se sobre a lente natural do olho.

De acordo com a CBC, a Ocumetics não revela detalhes sobre a tecnologia por trás de seu produto.

Ele depende de ensaios clínicos em animais e, em seguida, em olhos humanos cegos para levar suas lentes biônicas ao mercado.

A empresa estima que o dispositivo estará a venda a partir deste ano, começando pelo Canadá e depois em outros países, dependendo de processos regulatórios locais, diz Webb.

 

Fonte: Só Notícia Boa

Como limpar seus óculos

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Limpar seus óculos diariamente é a melhor maneira de mantê-los, evitando arranhões nas lentes e outros danos. Siga estas dicas para limpar as lentes e a armação dos óculos – estas mesmas dicas aplicam-se para a limpeza de óculos de sol, óculos de segurança e óculos esportivos.

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Proteja sua visão

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8 dicas para prevenir e antecipar riscos. Seguir estes passos não é garantia de visão perfeita ao longo da sua vida, mas manter um estilo de vida saudável e fazer exames oculares regulares certamente diminuem a probabilidade de desenvolver problemas de visão que poderiam ter sido evitados

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Segurança do Paciente

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Medidas de prevenção de endoftalmites e de síndrome tóxica do segmento anterior relacionadas a procedimentos. Um conteúdo voltado para aos profissionais e gestores que atuam na área de oftalmologia, controle de infecção, segurança do paciente e a todos os interessados no tema

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